
Por Ellen Moraes Senra
Olá novamente!
Hoje dei início a um projeto com estudantes e profissionais da área da psicologia e pude observar que nos meus últimos eventos realizados discutimos em demasia a participação parental no processo de psicoterapia infanto-juvenil , o que me fez refletir sobre esse papel e o quanto se faz essencial essa participação.
Utilizando uma lógica simples podemos divagar sobre o simples fato de que uma criança ou adolescente simplesmente não podem ser responsáveis por si legalmente e, em alguns casos, nem mesmo fisicamente ou responder pelos próprios atos. Logo, seria compreensível o entendimento básico de que sim, existe uma NECESSIDADE de uma figura responsável nos bastidores de qualquer coisa que aconteça com esse público, seja no ambiente clínico ou não.
Por esse motivo resolvi escrever esse texto, na tentativa de elucidar as figuras parentais sobre sua importância na vida dos seus.
Sim, vocês são essenciais no processo de aprendizagem, na compreensão dos processos emocionais e cognitivos, para ensiná-los a maneira mais assertiva de se relacionar, para lhes ensinar em quem confiar e, muitas vezes, como mediadores de determinadas atividades tal qual a psicoterapia. Portanto, façam o seu papel com maestria e serão lembrados sempre para eles como pessoas que se importaram e para nós, os profissionais que tem por objetivo auxiliá-los, como pessoas que fazem o seu papel e facilitam o nosso.
Abraços e até o próximo texto!